A inflação na Madeira abranda para 4,1%, mas continua acima dos 3,3% do continente. As rendas sobem 6,9% num ano. Na mesma manhã, o CDS-PP propõe descer o IRC das empresas para 12,6%.
A aritmética é simples: o custo de viver sobe; o custo de ter empresa desce. Restaurantes e alojamento lideram os preços, com 7,6% — o próprio turismo a inflacionar-se a si próprio.
O argumento é sempre o mesmo: competitividade hoje, benefício para todos amanhã. Quem paga a conta esta noite é quem aluga casa e janta fora.
A Madeira compete bem lá fora. Cá dentro, compete-se para ver quem aguenta mais tempo a diferença.
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