Mais 4,2% no ordenado soa a boa notícia. Descontada a inflação, o poder de compra dos madeirenses caiu 0,3% no segundo trimestre.
O aumento existe no papel, desaparece na carteira. Os 1.748 euros brutos médios, novo recorde regional, valem hoje menos do que valiam há um ano.
Portugal teve sorte diferente: mais 1,8% em termos reais. A explicação chama-se Grande Lisboa, única região acima da média nacional, puxando a estatística por todos os outros.
A Madeira cresce 4,2% e empobrece na mesma estatística. Falta o que nenhum comunicado corrige sozinho: poder de compra.
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